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It’s a beautiful world with ugly people: My Song
( Escrevi pra Babi *@babipampolini )
I’m about to fall
There’s no point in life at all
Is so senseless ‘cause this heart of mine cannot feel
Cant you see
How me and you could it be
But this dark path that we choose completely blind usSo then there’s me and you
We grow apart from what is… -
Hora fo ensaio é a melhor hora do sábado! *-* (Taken with instagram)
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Eu pudia estar roubando, pudia estar matar matando, mas só tô fazendo um gato! Né @brunoferolla? (Taken with instagram)
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Eu, @brunoferolla e @pitanguy3 apreciando a deliciosa da noite (; (Taken with instagram)
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Matando saudadea da best @drummondmari (Taken with instagram)
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“É o dia que você acorda e deseja um bom dia pro “foda-se”, pro “vá à merda” e pro “não enche o meu saco”. Porque nesses dias eles se tornam seus melhores amigos. Nem que seja só um dia mesmo… Mas nesse dia também você perde vontade da rotina e do que te cerca. Inclusive escrever este texto. Hoje tudo está insuportável. Tchau.”
Posted on June 8, 2011 via ॐ with 588 notes ()
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Os seus problemas, você deve esquecer. Isso é viver, é aprender. Hakuna Matata.
Posted on June 8, 2011 via Film Grain with 45,647 notes ()
Source: flickr.com
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É… será que eu realmente vou ter que escrever reportagens desse jeito?
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Bendito seja o café nosso de cada dia #diadocafé
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Apaixonados
No filme “Crimes e Pecados”, de Woody Allen, um certo Professor Levy, personagem da história, diz que nos apaixonamos para corrigir o nosso passado. Frase rápida, aparentemente simples, e no entanto com um significado tão perturbador.
A questão não é por que nos apaixonamos por Roberto e não por Vítor, ou por que nos apaixonamos por Elvira e não por Débora. A questão é: por que nos apaixonamos? Estamos sempre tentando justificar a escolha de um parceiro em detrimento de outro, e não raro dizemos: “não entendo como fui me apaixonar logo por ele”. Mas não é isso que importa. Poderia ser qualquer um. A verdade é que a gente decide se apaixonar. Está predisposto a se envolver - o candidato a este amor tem que cumprir certos requisitos, lógico, mas ele não é a razão primeira por termos sucumbido. A razão primeira somos nós mesmos.
Cada vez que nos apaixonamos, estamos tendo uma nova chance de acertar. Estamos tendo a oportunidade de zerar nosso velocímetro. De sermos estreantes. Uma pessoa acaba de entrar na sua vida, você é zero km para ela. Tanto as informações que você passar quanto as atitudes que tomar serão novidade suprema - é a chance de você ser quem não conseguiu ser até agora.
Um novo amor é a platéia ideal para nos reafirmarmos. Nada será cobrado nos primeiros momentos, você larga com vantagem, há expectativa em relação a suas idéias e emoções, e boa vontade para aplaudi-las. Você é dono do roteiro, você conduz a trama, apresenta seu personagem. Estar apaixonado por outro é, basicamente, estar apaixonado por si mesmo, em novíssima versão.
É arriscado escrever sobre um tema que é constantemente debatido por profissionais credenciados para tal, mas não consigo evitá-lo. Mesmo amadora, sempre fui fascinada pelas sutilezas das relações amorosas. Cada vez que alguém diz que está precisando se apaixonar, está é precisando corrigir o passado, como diz o personagem do filme. Quantas mulheres e homens manifestam, entre suspiros, este desejo, mesmo estando casados? Um sem-número deles, quase todos nós, atordoados com a própria inquietude. E no entanto é simples de entender. Mesmo as pessoas felizes precisam reavaliar escolhas, confirmar sentimentos, renovar os votos. Apaixonar-se de novo pelo mesmo marido ou pela mesma mulher nem sempre dá conta disso. Eles já conhecem todos os nossos truques, sabem contra o quê a gente briga, e no momento o que precisamos é de alguém virgem de nós, que permita a recriação de nós mesmos. Precisamos nos apaixonar para justamente corrigir o que fizemos de errado enquanto compartilhávamos a vida com nossos parceiros. Sem que isso signifique abrir mão deles.
Isso explica o fato de pessoas sentirem necessidade de relações paralelas mesmo estando felizes com a oficial. Explica, mas não alivia. Como é complicado viver.
Martha Medeiros. Coisas da vida: crônicas. 2011, p. 17-18.






